Pandemia faz cair o número de arranha-céus construídos em 2020


One Vanderbilt, projetado por Kohn Pedersen Fox em Midtown Manhattan, foi classificado como o segundo mais alto dos 106 arranha-céus concluídos no mundo em 2020. Imagem © Raimund Koch

One Vanderbilt, projetado por Kohn Pedersen Fox em Midtown Manhattan, foi classificado como o segundo mais alto dos 106 arranha-céus concluídos no mundo em 2020. Imagem © Raimund Koch

A pesar de ainda ser muito cedo para sabermos com precisão a dimensão de todos os impactos causados pela atual crise sanitária mundial na industria da construção civil, é sabido que a recente pandemia de coronavírus provocou—e segue provocando—profundas transformações na forma como concebemos e construímos nossos edifícios e espaços. E no que se refere à construção de edifícios em altura, quais foram as principais consequências desta crise e o que isso significa?

Conforme relatório anual recentemente publicado pelo Conselho de Edifícios Altos e Habitat Urbano (CTBUH), com sede em Chicago, o ano de 2020 foi marcado por uma redução de vinte por cento no número total de arranha-céus inaugurados ao redor do mundo, e ao que tudo indica, esta drástica queda se deve direta e indiretamente, à crise da COVID-19.

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