Como a pandemia mudou o modo de experienciar arte em espaços públicos?


I dreamed a world and called it Love (2020) © Jim Hodges, NYC Transit Grand Central-42 St Station. Commissioned by MTA Arts & Design. Photo by David Regen. Image © Jim Hodges and Gladstone Gallery, New York and Brussels

I dreamed a world and called it Love (2020) © Jim Hodges, NYC Transit Grand Central-42 St Station. Commissioned by MTA Arts & Design. Photo by David Regen. Image © Jim Hodges and Gladstone Gallery, New York and Brussels

O acesso à arte pública é um privilégio o qual, os nova-iorquinos mal param para pensar sobre. Espalhada pelos quatros cantos da cidade, a arte pública é parte integral do cityscape da cidade de Nova Iorque, ocupando parques, praças, becos e terraços abertos a centenas de metros acima do chão. Enquanto as instalações de arte pública mais famosas e celebradas encontram-se já enraizadas na textura urbana da cidade, como a Love de Robert Indiana na Sexta Avenida ou a Gay Liberation de George Segal junto ao Monumento Nacional de Stonewall, não podemos esquecer aquelas “obras de arte” que assumem um caráter mais efêmero. Independente disso, instalações de arte pública tem o poder de despertar as mais diversas reações, com um histórico de interpretações polarizadas que em determinados casos, acabaram até em processos judiciais e ações públicas.

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